Palavras ao vento
Luciana.Uma apaixonada por fotografias
e palavras que elevam o coração .
Errar é útil
Sofrer é chato
Chorar é triste
Sorrir é rápido
Não ver é fácil
Trair é tátil
Olhar é móvel
Falar é mágico
Calar é tático
Desfazer é árduo
Esperar é sábio
Refazer é ótimo
Amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo
Abraçar é quente
Beijar é chama
Pensar é ser humano
Fantasiar também
Nascer é dar partida
Viver é ser alguém
Saudade é despedida
Morrer um dia vem
Mas amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo.
Sofrer é chato
Chorar é triste
Sorrir é rápido
Não ver é fácil
Trair é tátil
Olhar é móvel
Falar é mágico
Calar é tático
Desfazer é árduo
Esperar é sábio
Refazer é ótimo
Amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo
Abraçar é quente
Beijar é chama
Pensar é ser humano
Fantasiar também
Nascer é dar partida
Viver é ser alguém
Saudade é despedida
Morrer um dia vem
Mas amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo.
É que o coração da gente não é livro fechado, sabe? De vez em quando ele muda a página, acaba o capítulo. A gente precisa ser feliz antes do fim.
As canções são belas nuvens que podem flutuar em qualquer lugar neste mundo e soltar melodias como chuva para curar nossas almas inquietas.
De princípio, calei a voz
Tapei os olhos
Escondi o coração
Faltei com razão
Julguei através da vulgar emoção
Não! Novamente.
De princípio, segurei a fala.
Medi sentimentos,
Expressei inconstâncias
De princípio, fui tua.
De término, também.
Tapei os olhos
Escondi o coração
Faltei com razão
Julguei através da vulgar emoção
Não! Novamente.
De princípio, segurei a fala.
Medi sentimentos,
Expressei inconstâncias
De princípio, fui tua.
De término, também.
”Quem muito se ausenta, uma hora deixa de fazer falta.
Novos ventos.
Novas palavras.
Novas linhas…
…
Que 2012 seja o início de um mágico – e delicioso! – capítulo.
Quote
Natália Oliveira. (via beijos-blues-e-poesia)(Fuente: c-l-a-r-e-a-r, vía beijos-blues-e-poesia)
30. Diciembre 2011
578 notas
Virei barquinho. Deixo que a brisa me leve adiante, vez ou outra remo, sem grandes esforços, aprendi que a paciência é uma virtude e que quem se afoba demasiadamente, acaba por perder a chance de deslumbrar a paisagem até a chegada do cais.


